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31 de julho de 2014

Dessas histórias inacreditáveis que só acontecem quando você está viajando (ou o dia que o ônibus do aeroporto foi o maior acontecimento da viagem)

No caminho para o aeroporto Lia vinha reclamando, tristonha, da precariedade de sua coleção de cards Pokémon (eu sei, Pokémon...).

- Minhas cartas são muito ruins. Eu tenho poucas. Ninguém vai querer trocar comigo.

Tratei logo de ajudá-la a sair do papel de vítima, fazendo um acordo: se ela retomasse o trabalho que havia abandonado (as meninas ganham R$5 por semana fazendo tarefas pré combinadas como dobrar e guardar suas calcinhas ou arrumar a mesa do jantar) voltaria a ganhar dinheiro suficiente para comprar os pacotinhos com as cartas.

Ela ficou animada com a possibilidade de ir aumentando sua coleção e passamos pelo check in já com tudo combinado: se mantivesse a regularidade no seu “trabalho” (ela faz questão de chamar assim) poderíamos, com o tempo, negociar um aumento.

Com as reformas pré- Copa nos aeroportos, nosso avião estava parado no mais remoto dos lugares da pista de BSB. Tomamos o ônibus que iria nos levar até a porta da aeronave e no caminho, mesmo com os sacolejos, Stella e Lia continuavam a comentar e trocar cartas. Por conta disso, chamaram a atenção dos passageiros que dividiam aquele trajeto conosco.

- Mamãe, olha a camiseta daquele moço. Tem o Darth Vader. - me cochichou minha caçula, um pouco incomodada com o sujeito que não parava de olhar para ela.

Eu também já estava ficando apoquentada com aquela encaração, até que ele se aproximou e, silenciosamente, estendeu um bolo de cards na direção dela. Ela olhou para mim, olhou para ele, olhou para as cartas e falou um “legal” bem xoxo.

Fiquei imaginando o que se passou pela cabeça dela. “Que cara mais bobo de me mostrar as cartas dele. Eu sei que ele tem mais do que eu, não precisa ficar se mostrando”.

Diante da falta de reação da pequena, ele foi mais explícito:
- Toma, é pra você. Pode ficar com elas.

Lia, que é sempre tão espontânea, congelou. Depois ficou vermelha. Arregalou aqueles olhos verdes e me lançou um olhar suplicando ajuda.

Fitei bem o caladão. Era esquisito como quase todo nerd. Me identifiquei.
Disse a ela:
- Pega, filha. E não esquece de agradecer.

Foi um momento de alinhamento cósmico. Era como se ele tivesse nos acompanhado por todo o caminho, ouvido nossa combinação e resolvido intervir. Tipo um Mestre Jedi ou coisa que o valha.



- Você também coleciona cards Pokémon? - tentei puxar papo.

- Não. Sou desenhista e tenho os cards para copiar as imagens. Ela joga?

- Sim, ela joga.

- No game do DS?

- Não, ela não tem DS. Ela joga o jogo de cartas mesmo.

Visivelmente emocionado, ele desviou o olhar e começou a repetir:
- Tem que manter a tradição. Tem que manter a tradição…

Daí, sacou do bolso mais um bolo de cards e, de novo, entregou para Lia, balbuciando:
- Ela joga. Tem que manter a tradição.

Não era possível. Comecei a procurar as câmeras da pegadinha dentro do veículo. Encostei no meu marido, que estava todo tempo ao nosso lado, meio que sinalizando para ele que “se o doidinho surtar, você parte pra cima.”

De repente, um grito dentro do ônibus:
- Wow! Olha que animal, véio. É o Oshawott! - disse Lia, toda malaca, empolgadíssima com o novo status de detentora dos cards mais irados da casa.

A essa altura o ônibus estava ziguezagueando há uns bons dez minutos. Eu não via a hora daquela situação terminar (tenho sérias limitações de habilidades sociais) para finalmente poder saltar de lá e entrar na aeronave. E senti que nosso mais novo brother também compartilhava do mesmo constrangimento, tanto que sumiu para a parte o fundão do avião e nunca mais cruzou com a gente.

Mas entendi que o que aconteceu na pista do aeroporto de Brasília foi a mais genuína demonstração de orgulho nerd, passada de geração para geração, não importando o tempo e o lugar. E a razão dessa história estar aqui, em um blog de viagens, é que coisas estranhas, inusitadas e mutcho locas acontecem quando se sai de casa. Ainda bem. So let´s keep them coming.

21 de abril de 2014

Em São Paulo: Instituto Butantan

Sabe aqueles dias que você quer fazer um programa cultural mas as crianças só querem saber de correr? São nessas ocasiões que uma visita ao Instituto Butantan, em São Paulo é muito bem-vinda.

A parte cultural (e animal) é aquele tipo de passeio que costuma trazer calafrios nas mães e animação nas crianças:


São três museus com exposições permanentes:
o Biológico, com um acervo de cerca de cem animais vivos que inclui cobras, lagartos, peixes, aranhas e seus amigos. Sem dúvida concentra o maior número de "olha, mãe" por metro quadrado do Insituto.
 o Histórico, que reúne objetos antigos que foram usados na pesquisa e produção de soros e vacinas, quando a área ainda era uma fazenda bem afastada do centro de São Paulo, que recebia animais peçonhentos para estudo. A mostra fica em um edifício reconstruído no mesmo local onde esteve o laboratório original de Vital Brazil, o primeiro diretor do Instituto Butantan.
o de Microbiologia, supermoderno, que tem uma coleção interessante de réplicas e mockups de células, vírus, bactérias e outros seres microscópicos. Fica meio escondido, mas não deve deixar de ser visitado. Tem uma área interativa muito legal para os pequenos.  

Fachada do Museu Biológico ║ Interior do Museu de Microbiologia

Espaço para crianças pequenas no Museu de Microbiologia

Entre uma visita e outra a um museu dá para dar uma espiada no serpentário - um fosso que permite a observação de dezenas de cobras da fauna brasileira. Na nossa última visita ao Butantan tivemos a sorte de encontrar um monitor por lá e aproveitei para colocar em dia a matéria das aulas de biologia que eu cabulei. Pessoal atencioso e apaixonado pelo que estuda, quase me convenceram que uma cobra é o pet ideal.

Existe também um macacário, onde podem ser vistos macados Rhesus (aqueles mesmos das aulas dos tipos sanguíneos) que no passado eram usados em estudos de medicina experimental. Mas só dá para ver de longe e eu achei meio essa parte meio caída e triste.

No mais, o Instituto Butantan tem uma área verde bem grande e na parte central há um gramadão delícia para as crianças correrem, rolar barrancos e, se der tempo, se juntarem aos adultos e fazer um piquenique.



A infraestrutura do local é bem boa, com banheiros limpos e lanchonete com uma oferta decente de salgados e outras guloseimas.

Para a entrada nos museus Biológico e de Microbiologia é cobrado um ingresso único. O restante da área é de livre acesso. Estacionamento gratuito.

Passeio em conta que agrada a grandes e pequenos.

20 de março de 2014

Por onde ando

Apesar das coisas estarem meio paradas por aqui, eu mesma não tenho parado.

Ainda bem!

Muitas viagens, passeios e vida acontecendo me convidam a ficar mais tempo offline do que na frente do computador.


De novo: ainda bem!

Mas os motivos não são somente esses. Tenho participado intensamente do Disney Babble Brasil, compartilhando não só meus achados e dicas sobre viagens, mas também resgatando um pouco do que eu fazia no meu primeiro blog, o Mãe de Duas (que hoje está fora do ar), escrevendo sobre maternidade e um pouco do dia-a-dia com as meninas.

Já contei sobre:
- como fazer bolhas de sabão gigantes
- como as senhas se transformaram na nova moeda de amizade
- a receita de gelatina colorida mais top da internet
- 10 coisas para se fazer com 10 cores de massinha
- porque cortei todo o meu cadelo - e doei!

Venho me organizando para voltar a postar por aqui. Contar sobre as descobertas viajeras que estamos fazendo, as redescobertas da nossa cidade e de alguns outros destinos visitados e ainda não registrados no Vamos Aonde.

Será que agora vai?

27 de janeiro de 2014

São Paulo: Um passeio com crianças pela Liberdade

Eu tenho um pouco de vergonha de admitir que me levou mais de três décadas para conhecer a Liberdade em minha própria cidade. Não que não tenha faltado vontade ou curiosidade, acho que faltou oportunidade mesmo.

Não quis perpetuar essa falha no currículo paulistano de minhas filhas e lá fomos nós, em um calorento sábado de janeiro para o bairro mais oriental de toda a galáxia paulista.

Como uma legítima filha desta terra, eu tinha certeza que não ia me surpreender com nada do que visse, afinal, são muitos anos sendo impressionada por São Paulo. Mas, ao desembarcar na estação Liberdade do metrô, um clichê saltou da minha boca: "Nossa, cheguei em Tóquio!"

É tudo tão peculiar - gente, comidas, comércio e até os turistas gringos com suas mega câmeras! - que fui conferir se as placas tinham letras ou kanjis.

Banzai, Liberdade!

E como estava cheio! Nas ruas e nas calçadas, pessoas indo e vindo, ora apressadas ora distraídas com as centenas de vitrines de lojas de bugigangas. Mas eu precisava pensar rápido sobre o que fazer e onde ir, porque sabia que esse era um programa de tempo cronometrado com as crianças, que logo se cansariam das andanças e do calor.

Consultei o superguia São Paulo com Crianças da Mariana Della Barba e de lá tirei boas ideias de como montar o itinerário para um passeio com crianças pelo bairro da Liberdade. Dependendo do ritmo da família, é um passeio de 3 a 4 horas, com comidinhas, compras, refeição e algumas pausas para curiosidades. Todos os pontos desse roteiro são bem próximos (dá para visualizar bem no mapa abaixo, que eu criei especialmente para esse post) e dá para fazer em qualquer ordem.

Chegando
O melhor jeito de chegar no bairro é ir de metrô. Aliás, a viagem de metrô já é uma atração em si para os pequenos. A estação de desembarque é, claro, Liberdade (Linha Azul).





Feira da Liberdade
Turistar é... aprender a comer (e gostar!) de comida de rua desde a mais tenra idade.
Dezenas de barracas espalhadas pela Praça da Liberdade ofertam artesanato e comidas, garantindo o sucesso da feirinha há mais de três décadas. Os quitutes orientais são imperdíveis, como Guiozá (ficamos cerca de 30 minutos na fila para poder abocanhar dois exemplares feitos na hora na barraca da Família Nakamura. Muito bom!), sushis, bifum, tempurá e pratos mais kid friendly como o tradicional Yakissoba, servido na bandeja de isopor para ser degustado street style.


Ikesaki Cosméticos
Eles se auto denominam a hiperloja do profissional de beleza. E com certeza não é menos que isso. São várias unidades espalhadas por São Paulo e só na Liberdade tem duas: uma na rua Galvão Bueno e a mega loja da Praça da Liverdade, com vário andares com uma mega (hiper?) variedade de produtos de beleza. É bom pedir pro marido esperar com as crianças na Bakery Itiriki.


Bakery Itiriki
Quititues orientais e ocidentais enfeitam as pratelerias da Bakery Itiriki
Delícia de lugar famoso e escondido, essa padaria tem um cardápio para deixar qualquer um em dúvida se começa a degustação pelo setor oriental ou ocidental. Os pegadores e bandejas que ficam logo na entrada dão a dica que lá o sistema é de self service. Deixei os conhecidos muffins, mousses e bolos para as crianças e fui provar o kare pan com frango e curry.


Restaurante Chi Fu
A gente não foi no restaurante Chi Fu (aproveitamos para almoçar na feirinha mesmo), mas muita gente me recomendou esse lugar por servir comida chinesa boa, barata e com um atendimento, que de tão peculiar, chega a ser caricato. Lugar simples, conta vem em chinês, garçons mal falam o português e mesas coletivas foram alguns spoilers que amigos que frequentam o lugar me revelaram. Ele está na mira para uma próxima visita à região.


Comercial Marukai
"Vamos levar qualquer coisa, não importa! Nem eles nem a gente vai saber o que é mesmo!"
Stella & Lia dando o golpe do gohan no Marukai.
Se a Praça da Liberdade não foi suficiente para convencer o cidadão que ele chegou no Japão, uma voltinha pelo Marukai vai fazer isso. Supermercado oriental com uma seleção inacreditável de produtos frescos e de mercearia, um verdadeiro paraíso de embalagens coloridas e ininteligíveis e mais um montão de adjetivos superlativos. E já vou avisando: é impossível para as crianças e os pais delas resistirem ao apelo das caixinhas e saquinhos com bichinhos fofos. Palavra de quem viveu essa experiência. 

* * *

O bairro da Liberdade tem uma página bem ativa no Facebook, onde são anunciadas a programação cultural e atividades especiais que acontecem na região. 

12 de janeiro de 2014

Pelas ruas de São Paulo: microrroteiros da cidade



Não é sempre que tem-se o privilégio de andar com calma pelas ruas de São Paulo. Mas quando dá para fazer isso a gente acha coisas lindas e inusitadas, como essa sequência de microcontos colada nos postes da Av. Dr. Arnaldo, no bairro do Sumaré. Microbonitezas do cotidiano da cidade cinza.










Existe amor em SP, sim.

12 de dezembro de 2013

Acampamento Paiol Grande - São Bento do Sapucaí

Quando eu recebi o convite para passar o feriado de 15 de novembro no Acampamento Paiol Grande e conhecer como são as temporadas de famílias, recebi também uma lista de coisas para levar na bagagem.



Logo que eu vi os primeiros itens me bateu uma preguiça imensa. Quem é mãe sabe que já dá o maior trabalho arrumar uma mala normal para você e as crianças, imagina uma mala que além das roupas e artigos de higiene pessoal também tem que ter enxoval completo para todos. 

E foi nesse clima de 'o que será que nos espera' que enfrentamos os cerca de 200 kms de estrada até São Bento do Sapucaí, onde fica o acampamento. 

Pedra do Baú e Bauzinho (e no canto direito uma parte da Ana Chata, o outro morro) no caminho para o Paiol Grande/São Bento do Sapucaí

Quando finalmente chegamos, levou menos de cinco minutos entre as meninas descerem do carro e se enturmarem com os monitores - que lá são chamados de conselheiros. Enquanto meu marido e eu fazíamos o reconhecimento da área, localizando os chalés e a área de lazer, as crianças já tinham desfeito a mala em busca de seus maiôs para darem um mergulho na piscina. 


O Paiol Grande foi o primeiro acampamento fundado no Brasil, em 1946. Inspirado no conceito do Summer camp americano - com uma proposta de unir diversão, lazer e educação - durante muitas décadas foi dirigido pela congregação dos Padres Oblatos de Maria Imaculada, que fundamentou princípios e valores muito consistentes para toda essa experiência de convivência partilhada. Com uma localização privilegiada em meio a uma área de conservação ambiental na Serra da Mantiqueira, tem uma vista incrível da Pedra do Baú, um dos principais pontos de escalada do Brasil.

Acostumado a receber grupos de crianças de janeiro a dezembro, o Paiol abre suas instalações duas vezes por ano (na Páscoa e em um dos feriados de novembro) para acomodar famílias que queiram desfrutar da estrutura do local. Na ocasião da nossa visita, a grande maioria dos hóspedes era de pessoas que frequentam o acampamento há décadas e já conheciam muito bem as manhas do lugar e as pessoas. Falando assim pode parecer a descrição do encontro de uma grande 'panela', mas a acolhida que tivemos foi, de verdade, a parte que mais nos surpreendeu durante os dias lá. As histórias de vida, amizades e aventuras são o verdadeiro tesouro que os Paioleiros (como se auto denominam os frequentadores do Paiol Grande) oferecem a quem chega pela primeira vez. 

Quem enxerga o cachorro e o sapato?

Uma das coisas mais curiosas que ouvi por lá me foi contada durante uma conversa na beira da piscina por uma senhora que afirmava frequentar o acampamento há mais de trinta anos. 

"Hoje de manhã fui até a ponta do nariz do cachorro, mas caí e acabei esfolando o joelho."

"Nariz do cachorro?"

Diante da minha cara de paisagem, ela apontou para frente e me mostrou a verdadeira paisagem.

"Sim, olha lá: a pedra da esquerda é o Bauzinho - o cachorro deitado. Parece até que ele está de olho fechado. E a da direita é o Baú. A gente fala que o cachorro está mordendo o bico do sapato. Está conseguindo enxergar a cena?"

Sim! Eu enxergava!!! Que barato me apropriar dessa história!


Ainda hoje é possível perceber o legado da formação religiosa que acompanhou o Paiol Grande nas primeiras décadas de sua existência. Seja nas normas e nos ambientes, nos alojamentos espartanos porém aconchegantes, no espírito de comunidade que permeia o lugar das mais variadas maneiras, na importância das regras de respeito e convivência, na divisão de tarefas e em outras sutilezas. 

São vários chalés coletivos que abrigam os acampantes. Acomodados separadamente - mães com filha(o)s pequena(o)s e meninas maiores em um, mulheres em outro, meninos maiores em um terceiro e homens em um quarto e bem afastado chalé - todos são responsáveis por fazer suas próprias camas e manter seus pertences minimamente arrumados. 

A hora das refeições foi a mais emblemática de todas as experiências. Em um refeitório que poderia muito bem estar em algum lugar dos anos 70 e repleto de referências a temporadas passadas, grandes mesas comunitárias recebem crianças e adultos. Todos, sem exceção, ajudam a servir a comida, tirar os pratos e limpar as mesas. Mesmo quem não conhece o esquema colaborativo e é novato - era o nosso caso - rapidamente percebe o espírito de cooperação geral e entra na dança.  

Apesar da aparência antiguinha, essa foto é da última temporada de famílias do Paiol, em novembro de 2013.

Aliás, entrar na dança não é força de expressão. Invariavelmente os cafés da manhã, almoços e jantares terminavam com dancinhas, rodas e as supercoreografadas batidas na mesa. As temporadas também sempre contam com jantares temáticos. Vai da animação de cada um participar ou não deles. 

Com a minha confusão em fazer a mala, acabei esquecendo algumas coisas bem importantes, como a minha máquina fotográfica (quase todas as fotos que estão aqui foram tiradas com o celular!) e alguns acessórios para os eventos especiais. Na hora da produção para um dos jantares temáticos, por exemplo, as novas melhores amigas das meninas ajudaram a dar um truque para a noite - olha aí a cara de felicidade de quem borrou o batom e a sombra de propósito para ficar com cara de zumbi e depois ganhou um corte aberto fake igual ao do pai, feito com maquiagem para efeitos especiais! 


Além da animação noturna, a lista de atividades possíveis é extensa e intensa. Dentro da propriedade dá para fazer aulas de arte no ateliê, bater bola na quadra gramada ou no ginásio, pescar no lago, passear de cavalo, participar de gincanas, shows de talento, caça ao tesouro...  Tudo de acordo com a programação estabelecida previamente. 


Também em todas as temporadas - tanto a de famílias, como as de férias e as que recebem as escolas - há algumas aventuras especiais programadas, como a trilha até a Cachoeira dos Amores (caminhada de cerca de 40 minutos indicada para crianças a partir de 6 anos) e a subida até Pedra do Baú - para quem aguenta trilhas mais fortes (ainda não é o meu caso) e alturas mais vertiginosas (nunca será o meu caso).   


Mas o mais especial ficou para o final. Na última noite, todo mundo se reune em volta da fogueira e com o incentivo de um microfone e de um violão, compartilham histórias, músicas e sentimentos. Todos em comunhão agradecendo a temporada e fechando aquele ciclo com votos e palavras positivas. Vi algumas lágrimas e abraços apertados, com muita, muita emoção.


Seria impossível escrever um post técnico do Paiol. Falar somente de suas instalações, da programação, da comida, dos conselheiros não seria um retrato fiel da experiência que vivemos. Viemos embora com uma bagagem maior do que a que fomos (no sentido figurado, claro!) e tendo a resposta que procurávamos no caminho de ida. 

O que nos esperava lá foi mais do que os dias de lazer. Foi uma vivência que nos surpreendeu, uma acolhida sincera e um resgate da celebração de valores como amizade e comunidade.

Fica aqui nosso muito obrigado!

* A estadia durante a temporada de famílias foi um convite do Acampamento Paiol Grande. Agradecemos a cortesia e a possibilidade de conhecer o destino. 



29 de novembro de 2013

Posts de viagem no site do Disney Babble Brasil

E quando eu estava saindo de fininho da blogosfera materna, veio um convite irrecusável: produzir conteúdo para a versão brasileira do Disney Babble, que chegava no Brasil e estava em busca de mães com experiências das mais diversas para compartilhar. 

Claro que topei na hora, pois há muito tempo acompanho o Babble original (um dos maiores portais americanos sobre família e maternidade), principalmente depois que o site foi comprado pela Disney e passou a ter uma seção especial com informações sobre os parques e destinos - além, é claro, da programação normal. 

O Disney Babble Brasil estreou oficialmente há um mês já cheio de conteúdo da melhor qualidade. Além desta blogueira que vos tecla, outras colegas blogueiras também embarcaram no projeto e abordam assuntos do dia a dia das famílias com crianças. Escrevo um pouco sobre tudo, mas sobretudo meu foco, claro, são os passeios, viagens e diversão de um modo geral. 

Também já está combinado: regularmente terão textos meus sobre os parques da Disney World, contado experiências e novidades com insider information. ;-)

Então, se você gosta dos posts daqui, é certeza que vai gostar das matérias que estarão sempre lá. Convido todo mundo que passeia aqui pelo Vamos Aonde para fazer uma visita ao Disney Babble Brasil. O transporte você pega aqui.



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